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Créditos: Nathalia Verony |
É de se admirar o quanto futebol é paixão nacional, eu
sinceramente não sou muito fã desse tipo de esporte. Pois torna as pessoas fanáticas e violentas. Eu
preferia que todo dinheiro investido em futebol fosse para cultura. Pelo menos
não teríamos um país pobre.
Mas isso é assunto pra outro texto, então, vamos ao tema
principal, que é. O Cine Pe – Festival do Audiovisual. Nesta sexta (26) os
admiradores da sétima arte marcaram presença no Centro de convenções para
prestigiar o primeiro dia do evento.
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Créditos: Nathalia Verony |
Nesta 17º edição o festival traz como temática; “Brasil, o
país do futebol e do cinema”. Os produtores conseguiram fazer essa ligação do
cinema com futebol. Acho que o tema surgiu a parti da proximidade da copa 2014.
O público gostou tanto do assunto que alguns foram vestidos com as camisetas dos
seus times favoritos. E houve até aquele que arriscou cantar o grito de guerra
de torcida.
Senti o espaço um pouco vazio, não de pessoas e sim de
investimentos em estandes ou alguma exposição itinerante, eu sei que o festival
é de cinema, mas poderia integrar outros tipos de artes. Só cinema fica muito
pobre.
O lugar estava repleto de personalidades seja do cinema,
óbvio. Mas também personagens da política local, como o prefeito Geraldo Júlio
que foi para prestigiar o festival.
Esse ano o homenageado para receber o prêmio calunga foi o
canal 100, cinejornal que fazia coberturas de jogos de futebol. Foram exibidas
diversas imagens de jogos clássicos, a plateia se sentiu totalmente dentro de
um estádio de futebol e até vibraram com os gol’s.
Na programação de Curtas e longa da noite foram exibidos os
curtas “12:40”, não curti muito pois o balanço de branco estava meio estourado.
Não sei se era o efeito que o cineasta queria passar. A história era um tanto confusa e previsível.
Já o curta “Iris” conquistou o público com o enredo que o amor é cego. O
Cineasta do curta Iris foi bem ousado em mostrar o filme a partir da visão
desfocada do personagem, que apresentava indícios de cegueira, mas que
enxergava tudo desfocado.
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Créditos: Nathalia Verony |
Por fim, o longa da noite que exibido foi “Giovanni
Improtta”, personagem que se destacou mais que a própria novela e
virou tema de um longa. Estrelado pelo ator e critico de cinema José Wilker.
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